I
Quando anoitece,
A mim parece
Que algo acontece,
o que faz com que a minha face
Se entristece.
Assim,
Faço a prece
Para que não chegue ao fim,
E, de novo, tudo comece...
II
Bolama,
Terra que alguém ama,
Mas que a Natureza desarma
Para que não continue e desfrutar a chama
Que desde o nascimento usufruia
Com muita alegria,
Em harmonia
Com a sua família.
III
Tenho muita saudade
Da minha querida Bolama;
Tenho muita saudade
Da salubridade
Daquela bela cidade,
A antiga capital do país
Dos meus pais,
De Farã Matos e de Nhanha
E também minha,
Que se chama
Na actualidade
Guiné - Bissau.
IV
Oh! Que saudade,
Da minha mocidade,
Da minha ingenuidade!
lembro-me vagamente
Do curral,
Do quintal
De Quínara,
De Kantoma,
De Bodjol,
De Bolama,
Sob aquele ardente
E abrasador sol!
Escola Alberto Neto(Queluz- Belas) 08 de Fevereiro de 2010
MATTOS (NDO)
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