segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A NUDEZ/, A ESTUPIDEZ/ COM A EMBRIAGUEZ/
I
Dizem os sábios que:
"Os benefícios
Fazem
Os dividendos
Em todos
Os estados
E estádios"
II
Eu estou no estádio
De regressão,
Porque não atingi
O pódio,
A ambição
De qualquer
Ser,
Um alibi
Enquanto durou.
III
A tensão
Impediu
A progressão,
A intenção
Na cooperação
Que se viu
Entre dois países.
IV
O professor,
O educador
Que ignorou
A dor
Porque sempre amou.
PV CITY(DOMINGO), 21 DE NOVEMBRO DE 2O10.
MATTOS (NDO)
REGISTO / CADA ASSUNTO/
I
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
REGISTO / CADA ASSUNTO/
I
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
O CANTO/INFINITO
I
O homem
Que mais nada
Tem,
Vivendo na onda
Do vai-vem
Da vida,
Sem poder construir o seu próprio
Império.
II
A janela
Que se lhe fecha,
Não lhe estimula,
Não lhe abre nem sequer uma brecha
Para seguir em fila
E, assim lhe mancha
O percurso
E, consequentemente,lhe impede o sucesso/progresso.
III
Filho de Bolama
Que procura
Quem apenas o ama,
Quem apenas o adora,
Quem não o trama,
Quem não o conspira
E demonstra o amor verdadeiro,
Quem o prova o amor sincero.
IV
Porque desde pequenino,
Que conheceu
O abandono
De quem o concebeu,
Quando deixou cair o pano
E não o protegeu
Do demónio,
Deixando-o no infortúnio.
V
Quero trilhar
O caminho de Camões,
Para não baralhar
Os inocentes corações
Que sonham/sonhavam trabalhar
Para a felicidade das suas populações,
Concretizando um sonho no(do) mar,
Sempre a remar.
VI
Vagueando pelo mundo
Fora,
À demanda do desconhecido,
Pernoitou na cidade de Évora,
Com o intuito de estudar tudo
O que apoquenta cada criatura
No seu íntimo,
Pois, cada qual pretende saber o máximo.
VII
Saber o máximo
Sobre o universo,
Sobre o máximo de si mesmo,
Para não ficar preso
Do seu egoísmo/mutismo,
Foi sempre o curso
Que sempre inspirou o seu espírito
Para desvendar o incógnito.
VIII
O mar nunca dantes navegado,
Inspiração dos nossos antepassados
Permitiu o nosso legado
Histórico,graças aos nossos aventurados/destemidos
Marinheiros do Sado
Que partiram de Sagres
Para muitos mares
(deixando os seus lares).
IX
O meu canto
Vai bem longe
Para cada canto,
Onde não se foge
O que eu pessoalmente pugno e luto,
Onde se elege
O valor do respeito
Da pessoa humana como um valor absoluto.
X
Camões, dai-me a força
Em cada letra
Que eu faça,
Para construir uma palavra
De esperança,
Que cubra
O espírito
No pranto/desgosto.
XI
Satisfeito
Com o que provém
Do meu espírito/pensamento,
Dirijo-me aos que me servem,
Neste momento,
Aos que de perto e de longe vivem,
As minhas palavras de gratidão
Como um humilde cidadão.
XII
As lides
Das letras,
Que vós vedes
Nas minhas metáforas,
São simples redes,
As âncoras que me seguram,
Que me amparam.
XIII
Não fujo
As regras
Do pejo
E, assim, prossigo com garras
Como o marujo
A assegurar as armaduras
Reluzentes
Do barco,nas paragens distantes.
PV CITY (SEXTA-FEIRA, 10H45), 12 DE OUTUBRO DE 2012.
/
MATTOS(NDO)
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
O DESEMPREGO/,O FOGO/ DO ESTÔMAGO/
I
O mês
De Setembro
É tão duro
Pelos seus pontapés
Àqueles
Que sentem nas suas peles
O efeito
Do desemprego
O sofrimento,
O aperto
Do estômago
Que atinge todo o amâgo.
O fogo,
Um estrago
Que pode causar um grande perigo.
II
Não é fácil
recoradar o mês
De Setembro,
Por mil
E uma razões
Que causam aos corações
Que pensam nas suas rações.
III
Estou mais uma vez
Este mês,
Sem um "pês"!
O revés
De quem fez
Projectos,
De quem fez
Planos concretos.
IV
Um professor
Com compromissos
Pessoais,
Familiares
E profissionais,
Professor
Que não tem nada promissor,
Contando sempre com retrocessos.
V
Renda
Por pagar,
Sem nada
Ganhar,
Sem nada
Beneficiar!
As dívidas a aumentar!
VI
Os livros
Dos filhos
Por comprar!
O que fazer?
Como viver
Sem um único euro
Em cada dia!
O carro
Estacionado na garagem,
Porque não há dinheiro
Para cada viagem,
Pois, o combustível,
É caro;
Pois não é possível
Pelo preço,
Pois, o bolso
É escasso.
Rua de Moçambique(LOTE 139/140- 6º dtº-2ª feira- 14h30), 17 de Setembro de 2012.
MATTOS (NDO)
PARTO/SATISFEITO
I
Parto
Satisfeito,
Feliz
Deste país
Para o outro mundo,
Encantado,
Se deixar
O s meus filhos
Preparados.
II
Como
A rir,
Quando
Durmo,
Como
Quando
Chegar
A minha vez
De partir,
Vendo
Os meus flhos
Felizes
E bem orientados
Pra enfrentar
Os desafios
Da vida
Deste mundo.
III
Este era o meu desjo
A beira do Tejo.
No entanto,
Parto
Sem nada puder deixar-lhes,
Porque a vida
Extorquiu tudo
O que tinha conquistado,
Tudo o que tinha conseguido.
IV
Hoje,
Bem longe
Do que planeara,
Do que projectara,
Nada me resta
Deste Planeta,
Senão a tinta
Que ainda
Está
Espalhada
Pela gaveta
De cada
Casa
Onde se habita,
Onde se paga a renda
Bem cara.
V
As poesias,
Os poemas
Deste poeta
Besta,
Deste poeta
Pateta
Que a malta
Detesta,
Porque as suas notícias
Não transmitem os reais problemas
Contemporâneos,
Principalmente a dos seus conterrâneos.
AUTOCARRO 750, (- 6ª FEIRA,17H50), 13 de JANEIRO DE 2012
MATTOS ( NDO)
AMOR AOS FILHOS
I
Na caneta
Que me encanta,
A ferramenta
Que me levanta,
Que me ergue
Do fosso
Profundo,
Escrevo cada verso
Em homenagem
Ao amor que tenho
Pelos meus filhos!
II
A eles,
Que nada
Deixo
Quando morrer,
A minha palavra
De honra,
De ternura
E de bravura,
Por terem aturado
Esta criartura
Tão difícil e conturbado.
III
A vida
Que é feita
De ninharias,
De alegrias
E de tristezas,
Eu apregoo
Esperanças,
Mesmo nas incertezas
Em cada desafio,
Em cada batalha
Que se trava
No dia
A dia
Da nossa existência
Humana.
IV
Peço-lhes que perdoem
Os meus crassos
Erros,
Quer intencionais
Quer casuais.
V
Filhos, eu bem quis
Educar-vos
Conveniente
E humanamente.
Se falhei
No que planeei,
Peço-vos
Que me perdoem!
VI
A intenção,
Era boa,
Mas,a acção,
As circunstâncias
E as vicissitudes
Foram outras.
Não foram favoráveis
E,consequentemente,
Falhei,
Quedei
redondamente!
VII
É a lei divina
Na esfera humana,
Que impera
Em cada acção
Do ser humano,
Na dura
Realização
De cada ser
No seu sacrifício quotidiano,
A fim de poder
Viver
VIII
Amo os meus filhos
No fundo
Do meu coração.
Eles me fazem
Viver
O dia
A dia,
Mesmo com empecilhos.
IX
A dor
Passa,
Quando
Escrevo,
Quando
Falo
Dos meus filhos,
Porque eles constituem o meu amor.
X
Duka,
Sammy,
Lucy,
Khally,
Kelcy,
Rutty(Ruth),
Lually,
Lenuka,
Helénio,
Amo-vos!
PV CITY(6ª FEIRA, 15H30), 13 DE JANEIRO DE 2012.
MATTOS (NDO)
Dos meus filhos
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