segunda-feira, 15 de outubro de 2012

DÉCADA/DE VIDA/ ATRIBULADA/

I Sem saber De quem era Do que era, Tentei descer A fim de indagar , Indo tão devagar, II obra, Cuja placa mostra Por mais distraída Que a pessoa seja Pois, uma gigante placa ostentada Para que o cego veja:" "H.C.I, C.LDA OBRA LICENCIADA" III Dirigi-me a um senhor Chamado simplesmente Brandão: "Bom dia, por favor Senhor, Tenha condão De me in formar Se a Firma/Empresa Precisa De um Sub-Empreiteiro, É só me chamar Para trazer : Serventes, pedreiros ou carpinteiros. Servirei lealmenete a vossa empresa" IV Dia onze de Abril, O senhor Brandão aceitou A minha proposta! Ele foi tão gentil Que não recusou a proposta muigta simples e justa. V Então, dia doze de Abril , Levei três serventes: O sr. Candeias,, o nsr. Mário Mendes e o sr. Salá Mendes(este já febril no mês de Abril), Dizendo, apresentando-os ao sr. Brandão, dizendo apenas: " São estes senhores que trago para trabalhar para si e para sua empresa São estes senhores que me pede com toda a honra o sr. Brandão". VI Ã obra sita no aeroporto de Lisboa(Portela), A actual Nova Rede(Banco) O primeiro9 posto, A primeira parede , No meu rosto, O meu primeiro emprego Como patrão Para receber um tostão Depois de tanto desemprego !!! VII Hoje, arruinado, Ainda me lembro Como e de que modo O gtrabalho era duro!!! Mas estava tão entusiasmado Que nada podia deter A minha caminhada, Eu tão animado Do que acabo de ter!!! VIII A coragem, Não ér voragem, Não é a pelugem Dos que sempre fogem; Sou um homem De outra origem, Com outra miragem, Com outra focagem!!! LIOSBOA, 12 DE ABRIL DE 1999 RECORADANDO O 12 DE ABRIL DE 1989) dEZ ANOS VOLVIDOS cONTINUO POBRE E DESGRAÇADO E ENDIVIDADO!

PELA GUINÉ, SOU UM VARRIDO LOUCO

I Morrer Pela Pátria,, Em vez de morrer Na miséria, É um louvor, Porque qualquer Um, tem que ter Amor À terra natal No momento fatal. II Ó Guiné, Nada de sobras, Quando todos se vivem em sombras, Caminhando em instâncias Sóbrias!, Sobretudo com manobras DO P.A.I.G.C tão escuras. III Aqui e acolá, Em Bissau, Ouve-se amiudadamente, O som duma bala Ou de um atirador de pau! A cidade está imersa em dinamite. É a escuta constante E permanente! IV Irmãos D,outro lado, Vós sois cegos! Não vedes a verdade! Vós não sabeis distingui-la da mentira! Irmãos !, Façamos o nosso povo unido! Parais Com fogos, Evitais Perigos! Procurais A paz No que cada um faz; Procurais A felicidade, Procurais A tranquilidade, Procurais A Felicidade e a prosperidade Para todos os filhos da nossa terra! V Como escritor (Gostaria), Como poeta, Como humanista, Tenho o ódio e o rancor Daqueles que só pensam em matar, Daqueles que só pensam em torturar!!! VI O Nino, Quem sabe, O psicopata, Que já nada vê, Que já nada escuta, Só executa! Só mata!!! VII Ele só quer vencer, Não importa o preço!! Só ele merece viver!! Os outros, são votados ao desprezo!! A vida deles, Não tem importância, Porque eles, Desconhecem a luxúria e a extravagância!!! VIII De que ventre Tu, Grande Mestre, Vieste, Nasceste?! De(em) que mundo cresceste?! Não és condescente!! És um grande tigre E um grande abutre!!! IX Que Deus me perdoe, Por esta crueldade Em palavras e expressões. Que a algum amigo ou familar me perdoe, Pois, a qualquer um dói A acção deste homem de muita maldade! Homem comparado aos homens sem corações!!! X Tanto Pranto! Tanto Sofrimento Deste povo valente, Causado por Nino combatente!!!, Que pura e simpelsmente Nos ignora Na nossa terra, Dizendo:" Guerra É Guerra" LISBOA, 08 DE JULHO DE 1998. MATTOS(NDO)

O MENINO/ AFRICANO/

I Débil, Carenciado, Barrigudo, Rosto frouxo, Os olhos esbugalhados, A boca sedenta, O estômago faminto, O africano Desconhece A luxúria, Deconhece a diversão, Deconhece o lazer, Desconhece passatempos, Desconhece o termo" férias". II Os pais apoquentados, Preocupados Com o dia de amanhã, Orientam-se pelo nascer do sol, Orientam-se pelo luar, Orientam-se pelas marés, Orientam-se pelo pôr do sol, À procuram do sustento Para cada tecto. III É pelo sol Que chegam aos seus sossegos, Quando as crianças ainda dormitam Nas suas humildes casebres. Levanta-se bem cedo, O "homem grande" com o anzol E vai ao encontro dos seus amigos. Em conjunto caminham, Pescam E labutam Nas matas, nas florestas silvestres, Nas matas, nos campos agrestes E florestas silvestres. IV Caçam animais de toda a espécie, Caçam "chocas", perdizes e lebres, Mesmo que haja muito intempérie, Porque nunca se abdicam de serem homens livres. V No Huambo, Em pleno cacimbo, Onde se ouve amiudadamente O gemir da criança inocente, Criança abandonada, Vexada E humilhada. LISBOA, 4 DE JUNHO DE 1997. MATTOS (NDO)

A NUDEZ/, A ESTUPIDEZ/ COM A EMBRIAGUEZ/

I Dizem os sábios que: "Os benefícios Fazem Os dividendos Em todos Os estados E estádios" II Eu estou no estádio De regressão, Porque não atingi O pódio, A ambição De qualquer Ser, Um alibi Enquanto durou. III A tensão Impediu A progressão, A intenção Na cooperação Que se viu Entre dois países. IV O professor, O educador Que ignorou A dor Porque sempre amou. PV CITY(DOMINGO), 21 DE NOVEMBRO DE 2O10. MATTOS (NDO)

REGISTO / CADA ASSUNTO/

I

Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.

II

Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos,  arrasa.

III

O meu  filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..

IV

 A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.

Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!

   VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).

VII

Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.

VIII

Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!

IX

Peço todos os dias
A  Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E  o dê sorte,
Bem como a todos os meus!

X

Que  o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!

PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012

                                                                                    MATTOS (NDO)



REGISTO / CADA ASSUNTO/

I

Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.

II

Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos,  arrasa.

III

O meu  filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..

IV

 A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.

Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!

   VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).

VII

Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.

VIII

Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!

IX

Peço todos os dias
A  Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E  o dê sorte,
Bem como a todos os meus!

X

Que  o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!

PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012

                                                                                    MATTOS (NDO)



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O CANTO/INFINITO

I O homem Que mais nada Tem, Vivendo na onda Do vai-vem Da vida, Sem poder construir o seu próprio Império. II A janela Que se lhe fecha, Não lhe estimula, Não lhe abre nem sequer uma brecha Para seguir em fila E, assim lhe mancha O percurso E, consequentemente,lhe impede o sucesso/progresso. III Filho de Bolama Que procura Quem apenas o ama, Quem apenas o adora, Quem não o trama, Quem não o conspira E demonstra o amor verdadeiro, Quem o prova o amor sincero. IV Porque desde pequenino, Que conheceu O abandono De quem o concebeu, Quando deixou cair o pano E não o protegeu Do demónio, Deixando-o no infortúnio. V Quero trilhar O caminho de Camões, Para não baralhar Os inocentes corações Que sonham/sonhavam trabalhar Para a felicidade das suas populações, Concretizando um sonho no(do) mar, Sempre a remar. VI Vagueando pelo mundo Fora, À demanda do desconhecido, Pernoitou na cidade de Évora, Com o intuito de estudar tudo O que apoquenta cada criatura No seu íntimo, Pois, cada qual pretende saber o máximo. VII Saber o máximo Sobre o universo, Sobre o máximo de si mesmo, Para não ficar preso Do seu egoísmo/mutismo, Foi sempre o curso Que sempre inspirou o seu espírito Para desvendar o incógnito. VIII O mar nunca dantes navegado, Inspiração dos nossos antepassados Permitiu o nosso legado Histórico,graças aos nossos aventurados/destemidos Marinheiros do Sado Que partiram de Sagres Para muitos mares (deixando os seus lares). IX O meu canto Vai bem longe Para cada canto, Onde não se foge O que eu pessoalmente pugno e luto, Onde se elege O valor do respeito Da pessoa humana como um valor absoluto. X Camões, dai-me a força Em cada letra Que eu faça, Para construir uma palavra De esperança, Que cubra O espírito No pranto/desgosto. XI Satisfeito Com o que provém Do meu espírito/pensamento, Dirijo-me aos que me servem, Neste momento, Aos que de perto e de longe vivem, As minhas palavras de gratidão Como um humilde cidadão. XII As lides Das letras, Que vós vedes Nas minhas metáforas, São simples redes, As âncoras que me seguram, Que me amparam. XIII Não fujo As regras Do pejo E, assim, prossigo com garras Como o marujo A assegurar as armaduras Reluzentes Do barco,nas paragens distantes. PV CITY (SEXTA-FEIRA, 10H45), 12 DE OUTUBRO DE 2012. / MATTOS(NDO)