Na noite fria e chuvosa,
nenhuma conversa
se ouve de nenhum lado,
Apenas o eco do teclado
De um minúsculo computador
que tenta suavizar a dor
De um homem
Que já não sabe o que é viver
E apenas tenta sobreviver
Com ajuda de cada palavra,
Com ajuda de cada imagem
Que adora e idolatra!
II
Oh! Que sonho
sem caminho
Risonho
Que eu tenho
E, pelo qual, eu definho!
III
Quando a mana chegar
E me perguntar
Pelo mano,
Apenas abano
A cabeça
E nada respondo,
Evitando
De tudo
O que me entristeça
Sobre a minha própria raça!
IV
A noite
É mais forte
Do que o dia,
Porque este irradia
A sua luz
E não existe o capuz !
V
A noite é escura
E tudo empurra
Para a negrura,
Para a aventura
Para a maldade,
Para iniquidade
De cada individualidade!
VI
Eu não dou,
Porque não estou,
Nem sou
O que a noite atiçou,
O que a noite fabricou
E alimentou!
VI
Como queria
Ter alegria
No seio da minha família!
Ter algo ou alguém
Que alivia
A melancolia
Deste homem,
Permitundo,
Facultando
A atenção,
A compreensão
E a união
como uma grande lição
Da nossa civilização!
VII
Oh! Como a festa
Arrasta
Àquele que não presta,
Nem tão pouco luta
Por algo justo,
Correcto
E perfeito
Para cada sujeito,
Para o seu semelhante
No seu embate!
VIII
O amor
Deve ser o teor
E o tema em cada lar
Em particular,
Para que haja a grande
Amizade,
Fraternidade
E solidariedade
Na sociedade!
IX
A criança
É a lavanca
E a peça
Fundamental
Onde se entronca
A esperança
Mesmo daquele que vive
Numa barraca
Como eu,
Que chove
Torrencialmente,
Porque não tenho "chapéu "
P.CITY (SEXTA- FEIRA, 23H23M), 05 DE MARÇO DE 2010.
MATTOS ( NDO )
Como eu e sem segurança
sexta-feira, 5 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
BolamaI chama /aquele que ama
I
Quando anoitece,
A mim parece
Que algo acontece,
o que faz com que a minha face
Se entristece.
Assim,
Faço a prece
Para que não chegue ao fim,
E, de novo, tudo comece...
II
Bolama,
Terra que alguém ama,
Mas que a Natureza desarma
Para que não continue e desfrutar a chama
Que desde o nascimento usufruia
Com muita alegria,
Em harmonia
Com a sua família.
III
Tenho muita saudade
Da minha querida Bolama;
Tenho muita saudade
Da salubridade
Daquela bela cidade,
A antiga capital do país
Dos meus pais,
De Farã Matos e de Nhanha
E também minha,
Que se chama
Na actualidade
Guiné - Bissau.
IV
Oh! Que saudade,
Da minha mocidade,
Da minha ingenuidade!
lembro-me vagamente
Do curral,
Do quintal
De Quínara,
De Kantoma,
De Bodjol,
De Bolama,
Sob aquele ardente
E abrasador sol!
Escola Alberto Neto(Queluz- Belas) 08 de Fevereiro de 2010
MATTOS (NDO)
Quando anoitece,
A mim parece
Que algo acontece,
o que faz com que a minha face
Se entristece.
Assim,
Faço a prece
Para que não chegue ao fim,
E, de novo, tudo comece...
II
Bolama,
Terra que alguém ama,
Mas que a Natureza desarma
Para que não continue e desfrutar a chama
Que desde o nascimento usufruia
Com muita alegria,
Em harmonia
Com a sua família.
III
Tenho muita saudade
Da minha querida Bolama;
Tenho muita saudade
Da salubridade
Daquela bela cidade,
A antiga capital do país
Dos meus pais,
De Farã Matos e de Nhanha
E também minha,
Que se chama
Na actualidade
Guiné - Bissau.
IV
Oh! Que saudade,
Da minha mocidade,
Da minha ingenuidade!
lembro-me vagamente
Do curral,
Do quintal
De Quínara,
De Kantoma,
De Bodjol,
De Bolama,
Sob aquele ardente
E abrasador sol!
Escola Alberto Neto(Queluz- Belas) 08 de Fevereiro de 2010
MATTOS (NDO)
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SENHOR CRIADOR
SENHOR CRIADOR,
MEU PROTECTOR,
LEVAI-ME DE NOVO
PARA O MEU TERRENO,
PARA A MINHA TOCA,
À MINHA BARRACA!
I
Sou um homem
De e com a fé;
Acredito
Naquilo que eu sinto;
Tenho uma crença,
Tenho força
Da esperança ;
Rezo todos os dias
E peço a Deus
Que livre os meus filhos
De maus trilhos,
Dos meus caminhos,
De más companhias,
De maus vícios!
II
Hoje,
Bem longe
Do meu querido
Filho
Que completa
Os seus dezassete anos de vida!
Digo apenas:
Obrigado, meu Deus
Por tudo o que me deste!
A tua protecção,
É uma grande benção
Como pai-mãe!
III
O meu filho desobedece-me;
Já não cumpre as minhas ordens!
Está noutroS caminhos!
A todos os dias,
Meu Deus,
Peço-lhe,
Imploro-lhe
Que tire,
Que afaste
O meu filho
Do caminho
Do mal,
Do caminho do vício!
COVILHÃ, 14 DE FEVEREIRO DE 2009 (SÁ)
MATTOS (NDO )
MEU PROTECTOR,
LEVAI-ME DE NOVO
PARA O MEU TERRENO,
PARA A MINHA TOCA,
À MINHA BARRACA!
I
Sou um homem
De e com a fé;
Acredito
Naquilo que eu sinto;
Tenho uma crença,
Tenho força
Da esperança ;
Rezo todos os dias
E peço a Deus
Que livre os meus filhos
De maus trilhos,
Dos meus caminhos,
De más companhias,
De maus vícios!
II
Hoje,
Bem longe
Do meu querido
Filho
Que completa
Os seus dezassete anos de vida!
Digo apenas:
Obrigado, meu Deus
Por tudo o que me deste!
A tua protecção,
É uma grande benção
Como pai-mãe!
III
O meu filho desobedece-me;
Já não cumpre as minhas ordens!
Está noutroS caminhos!
A todos os dias,
Meu Deus,
Peço-lhe,
Imploro-lhe
Que tire,
Que afaste
O meu filho
Do caminho
Do mal,
Do caminho do vício!
COVILHÃ, 14 DE FEVEREIRO DE 2009 (SÁ)
MATTOS (NDO )
Etiquetas:
amor,
atenção,
compreensão,
dó campaixão,
piedade
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
A MINHA FÊMEA, A MINHA GÊMEA
I
A minha fêmea,
A minha gêmea,
A redea
Cristalina,
Fina,
A cena
À tona,
À vista,
Tão bonita,
Bela,
Singela
É a minha fêmea,
É a minha gêmea!
II
A sua energia
É a magia
Da minha existência,
Da minha independência
Como pessoa humana
Tentando viver da forma digna.
III
Natty,
Sem ti,
Não sei que fazer,
Não sei viver.
IV
Amo-te
Como nunca amei na vida!
Espero, brevemente ,
Estar na sua companhia,
Na sua alegria.
V
Baby
Natty,
I love
You
Very ,
Very
Much!
You
Are
My life« Covilhã, 07 de Fevereiro de 2009. MATTOS ( NDO )
A minha fêmea,
A minha gêmea,
A redea
Cristalina,
Fina,
A cena
À tona,
À vista,
Tão bonita,
Bela,
Singela
É a minha fêmea,
É a minha gêmea!
II
A sua energia
É a magia
Da minha existência,
Da minha independência
Como pessoa humana
Tentando viver da forma digna.
III
Natty,
Sem ti,
Não sei que fazer,
Não sei viver.
IV
Amo-te
Como nunca amei na vida!
Espero, brevemente ,
Estar na sua companhia,
Na sua alegria.
V
Baby
Natty,
I love
You
Very ,
Very
Much!
You
Are
My life« Covilhã, 07 de Fevereiro de 2009. MATTOS ( NDO )
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
INTRODUÇÃO
Iniciei esta acção com um espírito de um grande ganhador, de um grande vencedor, mesmo que fique nas arenas de combate, porque nada é mais deliciante e interessante quando a mente parte sempre em frente e ciente do embate de qualquer vertente.
Há aproximadamente seis meses que estava à espera desta acção, devido a sua grande importância para o ensino da História em particular e para o ensino em geral.
Esta acção, COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM DE ENSINO DE HISTÓRIA-A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA, só por si , apela e convida qualquer curioso de qualquer ramo do saber em geral e, em particular o da História.
Vim para esta acção não só pelo que já fiz referência, mas sim fundamentalmente pela minha ignorância e inoperâncianesta área de novas tecnologias, estas novas ferramentas que possibilitam o trabalho eficiente de qualquer docente e que o deixam mais seguro e, consequentemente, mais resultados palpáveis e concretos no processo de ensino-aprendizagem.
As imensa dificuldades com que iniciei a acção não me permitiram estar mais seguro no meu projecto e trabalhar com mais segurança. No entanto, estou convicto de que sairei, terminarei esta acção com algumas luzes importantes para focalizar os problemas fundamentais na minha acção docente.
O trabalho, o projecto que nestas breves linhas irei desenvolver, terão fundamentalmente como suportes, a utilização das principais ferramentas da informática e das técnicas de comunicação.Esta acção fornecer-me-á aptidões e competências para a realização de trabalhos individuais e colectivos, bem como criação de blogs pessoais de reflexão.Permitir-me-á estabelecer um elo de ligação com outros formandos e formadores para o enriquecimento dos meus trabalhos posteriores.
Aguardo com a sinceridade a colaboração e ajuda frutuosa dos meus colegas e dos formadores
Iniciei esta acção com um espírito de um grande ganhador, de um grande vencedor, mesmo que fique nas arenas de combate, porque nada é mais deliciante e interessante quando a mente parte sempre em frente e ciente do embate de qualquer vertente.
Há aproximadamente seis meses que estava à espera desta acção, devido a sua grande importância para o ensino da História em particular e para o ensino em geral.
Esta acção, COMUNIDADES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM DE ENSINO DE HISTÓRIA-A INTERNET E A DIDÁCTICA DA HISTÓRIA, só por si , apela e convida qualquer curioso de qualquer ramo do saber em geral e, em particular o da História.
Vim para esta acção não só pelo que já fiz referência, mas sim fundamentalmente pela minha ignorância e inoperâncianesta área de novas tecnologias, estas novas ferramentas que possibilitam o trabalho eficiente de qualquer docente e que o deixam mais seguro e, consequentemente, mais resultados palpáveis e concretos no processo de ensino-aprendizagem.
As imensa dificuldades com que iniciei a acção não me permitiram estar mais seguro no meu projecto e trabalhar com mais segurança. No entanto, estou convicto de que sairei, terminarei esta acção com algumas luzes importantes para focalizar os problemas fundamentais na minha acção docente.
O trabalho, o projecto que nestas breves linhas irei desenvolver, terão fundamentalmente como suportes, a utilização das principais ferramentas da informática e das técnicas de comunicação.Esta acção fornecer-me-á aptidões e competências para a realização de trabalhos individuais e colectivos, bem como criação de blogs pessoais de reflexão.Permitir-me-á estabelecer um elo de ligação com outros formandos e formadores para o enriquecimento dos meus trabalhos posteriores.
Aguardo com a sinceridade a colaboração e ajuda frutuosa dos meus colegas e dos formadores
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
ESPAN- ARTE VIVA
Dirijo algumas palavras de encorajamento a toda a comunidade escolar da ESPAN, em Queluz- Belas:
Encaremos a arte como a vivência pessoal, familiar, colectiva ou comunitária, seja qual for a cultura ou civilização.
Nascemos, crescemos, desenvolvemos e morremos como qualquer ser vivo.
Dirijo-me a toda a comunidade escolar da ESPAN em geral, e aos alunos, em especial.
Encaremos o nosso percuso diariamente com optimismo e esperança.Todos nós, somos capazes, todos nós somos criadores, artistas, de uma forma ou da outra. As dificuldades aguçam os espíritos.
Vamos à luta! Não nos deixemos curvar perante as dificulfdades, porque em cada momento, época, espaço, deparamo-nos com elas; das crises, amiudaddamente se fala em todas as épocas, dependendo da sua amplitude.
Temos que ter a paixão pela vida em cada momento, enquanto respiramos. Temos, nós alunos,de provar aos nossos pais/Enrregados de Educação, que somos capazes de vencer em todas as vicissituides e latitudes.
Somos artistas desde o momento em que fomos capazes de segurar nas tetas das nossas mães ou nos biberões. A nossa arte começa a partir do momento que decidimos viver e fazer os nossos pais viver com alegria, amor e paixão. Vamos criar, retratar nas telas essa paixão, essa força, esperança e alegria de viver , criando, conquistando a cada instante algo útil para nós e para a nossa comunidade , para a nossa socioedade.
Nas nossas mãos , está o nosso sonho, o nosso futuro, estudando com dedicação e afinco, mesmo que o percurso nos apresente apriori, espinhosa e nebulosa.
As nuvens desvanecer-se-ão com a nossa insistência, vontade, interesse e persistência.
Cada um de nós é maior,
Com o amor
Que semeie ao seu redor.
Bem haja à nossa ESPAN NOVA E VIVA!
"NDO", Prof. História na ESPAN-2009/2010
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alunos,
desalento,
desmotivação,
esperança
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