terça-feira, 16 de outubro de 2012
NEM PELO MENOS/, CADERNOS/, PUDE DAR AOS MEUS MENINOS/
I
A vida
Tem muitas
Surpresas
Que nos reserva
A cada momento,
A cada instante.
II
Não nos admira
Que teremos
Que passar
Por alguns momentos
Menos confortáveis,
Mais incómodos
E preocupantes.
III
Temos
Que estar
Preparados
Para tudo,
Para o que der
E vier.
IV
A nossa situação
É bastantye
Alarmante,
Preocupantes,
Pois, estamos
"Despidos"
De tudo.
V
Dependemos
Neste momento,
De terceiros,
A minha mulher
E eu.
Estamos
Todos,
Desempregados
E ainda
Não estamos
A beneficiar,
A usufruir
De bnenhum
Apoio,
De nenhum subsídio
Por parte do Estado português!
Temos duas lindas filhas(meninas), de 5 e 8 anos respectivamente.Não temos dinheiro para comprar materiais escolares pedidos pelos respectivos professores(professoras)para ambas.
Os subsídios que o Estado d+á para as duas é de 53 euros apenas.Esta importância não dá para nada,nem para comprar material duma delas!
Hoje, dia dezasseis do mês em curso, na caderneta da Caixa Geral de Depósitos da mãe delas, patenteou a parca quantia acima aludida por parte do Estado.
O que fazer com essa quantia? Par aonde pegarO que posso comprar? O que posso dispensar que não seja imprescindível?
Não temos pão,leite, açúcar, ovos, arroz, carne, peixe, fruta, fiambre, queijo,papel higiénico,guardanapos, etc, etc!
Tudo escasseia nesta casa, inclusivé o próprio amor!
Acrescido a esta situação,o problema do meu querido filho, Khalifane! No dia treze do mês em curso, graças aà acção e ben
evolência de certas pessoa e de Deus,regressou à casa do pai, ainda que contrariada
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
DÉCADA/DE VIDA/ ATRIBULADA/
I
Sem saber
De quem era
Do que era,
Tentei descer
A fim de indagar ,
Indo tão devagar,
II
obra,
Cuja placa mostra
Por mais distraída
Que a pessoa seja
Pois, uma gigante placa ostentada
Para que o cego veja:"
"H.C.I, C.LDA
OBRA LICENCIADA"
III
Dirigi-me a um senhor
Chamado simplesmente Brandão:
"Bom dia, por favor
Senhor,
Tenha condão
De me in formar
Se a Firma/Empresa
Precisa
De um Sub-Empreiteiro,
É só me chamar
Para trazer :
Serventes, pedreiros ou carpinteiros.
Servirei lealmenete a vossa empresa"
IV
Dia onze de Abril,
O senhor Brandão aceitou
A minha proposta!
Ele foi tão gentil
Que não recusou
a proposta muigta simples e justa.
V
Então, dia doze de Abril ,
Levei três serventes:
O sr. Candeias,, o nsr. Mário Mendes e o sr. Salá Mendes(este já febril no mês de Abril),
Dizendo, apresentando-os ao sr. Brandão, dizendo apenas:
" São estes senhores que trago para trabalhar para si e para sua empresa
São estes senhores que me pede com toda a honra o sr. Brandão".
VI
à obra sita no aeroporto de Lisboa(Portela),
A actual Nova Rede(Banco)
O primeiro9 posto,
A primeira parede ,
No meu rosto,
O meu primeiro emprego
Como patrão
Para receber um tostão
Depois de tanto desemprego !!!
VII
Hoje, arruinado,
Ainda me lembro
Como e de que modo
O gtrabalho era duro!!!
Mas estava tão entusiasmado
Que nada podia deter
A minha caminhada,
Eu tão animado
Do que acabo de ter!!!
VIII
A coragem,
Não ér voragem,
Não é a pelugem
Dos que sempre fogem;
Sou um homem
De outra origem,
Com outra miragem,
Com outra focagem!!!
LIOSBOA, 12 DE ABRIL DE 1999
RECORADANDO O 12 DE ABRIL DE 1989)
dEZ ANOS VOLVIDOS
cONTINUO POBRE E DESGRAÇADO E ENDIVIDADO!
PELA GUINÉ, SOU UM VARRIDO LOUCO
I
Morrer
Pela Pátria,,
Em vez de morrer
Na miséria,
É um louvor,
Porque qualquer
Um, tem que ter
Amor
À terra natal
No momento fatal.
II
Ó Guiné,
Nada de sobras,
Quando todos se vivem em sombras,
Caminhando em instâncias
Sóbrias!,
Sobretudo com manobras
DO P.A.I.G.C tão escuras.
III
Aqui e acolá,
Em Bissau,
Ouve-se amiudadamente,
O som duma bala
Ou de um atirador de pau!
A cidade está imersa em dinamite.
É a escuta constante
E permanente!
IV
Irmãos
D,outro lado,
Vós sois cegos!
Não vedes a verdade!
Vós não sabeis distingui-la da mentira!
Irmãos !,
Façamos o nosso povo unido!
Parais
Com fogos,
Evitais
Perigos!
Procurais
A paz
No que cada um faz;
Procurais
A felicidade,
Procurais
A tranquilidade,
Procurais
A Felicidade e a prosperidade
Para todos os filhos da nossa terra!
V
Como escritor
(Gostaria),
Como poeta,
Como humanista,
Tenho o ódio e o rancor
Daqueles que só pensam em matar,
Daqueles que só pensam em torturar!!!
VI
O Nino,
Quem sabe,
O psicopata,
Que já nada vê,
Que já nada escuta,
Só executa!
Só mata!!!
VII
Ele só quer vencer,
Não importa o preço!!
Só ele merece viver!!
Os outros, são votados ao desprezo!!
A vida deles,
Não tem importância,
Porque eles,
Desconhecem a luxúria e a extravagância!!!
VIII
De que ventre
Tu, Grande Mestre,
Vieste,
Nasceste?!
De(em) que mundo cresceste?!
Não és condescente!!
És um grande tigre
E um grande abutre!!!
IX
Que Deus me perdoe,
Por esta crueldade
Em palavras e expressões.
Que a algum amigo ou familar me perdoe,
Pois, a qualquer um dói
A acção deste homem de muita maldade!
Homem comparado aos homens sem corações!!!
X
Tanto
Pranto!
Tanto
Sofrimento
Deste povo valente,
Causado por Nino combatente!!!,
Que pura e simpelsmente
Nos ignora
Na nossa terra,
Dizendo:" Guerra
É Guerra"
LISBOA, 08 DE JULHO DE 1998.
MATTOS(NDO)
O MENINO/ AFRICANO/
I
Débil,
Carenciado,
Barrigudo,
Rosto frouxo,
Os olhos esbugalhados,
A boca sedenta,
O estômago faminto,
O africano
Desconhece
A luxúria,
Deconhece a diversão,
Deconhece o lazer,
Desconhece passatempos,
Desconhece o termo" férias".
II
Os pais apoquentados,
Preocupados
Com o dia de amanhã,
Orientam-se pelo nascer do sol,
Orientam-se pelo luar,
Orientam-se pelas marés,
Orientam-se pelo pôr do sol,
À procuram do sustento
Para cada tecto.
III
É pelo sol
Que chegam aos seus sossegos,
Quando as crianças ainda dormitam
Nas suas humildes casebres.
Levanta-se bem cedo,
O "homem grande" com o anzol
E vai ao encontro dos seus amigos.
Em conjunto caminham,
Pescam
E labutam
Nas matas, nas florestas silvestres,
Nas matas, nos campos agrestes
E florestas silvestres.
IV
Caçam animais de toda a espécie,
Caçam "chocas", perdizes e lebres,
Mesmo que haja muito intempérie,
Porque nunca se abdicam de serem homens livres.
V
No Huambo,
Em pleno cacimbo,
Onde se ouve amiudadamente
O gemir da criança inocente,
Criança abandonada,
Vexada
E humilhada.
LISBOA, 4 DE JUNHO DE 1997.
MATTOS (NDO)
A NUDEZ/, A ESTUPIDEZ/ COM A EMBRIAGUEZ/
I
Dizem os sábios que:
"Os benefícios
Fazem
Os dividendos
Em todos
Os estados
E estádios"
II
Eu estou no estádio
De regressão,
Porque não atingi
O pódio,
A ambição
De qualquer
Ser,
Um alibi
Enquanto durou.
III
A tensão
Impediu
A progressão,
A intenção
Na cooperação
Que se viu
Entre dois países.
IV
O professor,
O educador
Que ignorou
A dor
Porque sempre amou.
PV CITY(DOMINGO), 21 DE NOVEMBRO DE 2O10.
MATTOS (NDO)
REGISTO / CADA ASSUNTO/
I
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
REGISTO / CADA ASSUNTO/
I
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
Um pai
Que não
Se resigna
Por tudo
O que lhe abana,
Por quem o vaia;
Em cada situação
Nada o deixa derrotado.
II
Não aceita a derrota,
Senão a morte,
A única coisa
Mais forte
Que a tudo e a todos, arrasa.
III
O meu filho
Regresou
À casa
Do pai,
Que, apesar
De estar
Sem trabalho,
Sai
Vitorioso
E orgulhoso,
Porque disso, nunca o duvidou..
IV
A D. Teresa,
A D. Nabia,
(A Emília),
A Vivi,
São as personagens
Que permitiram
Essa façanha,
Essa vitória,
Pois, trouxeram a alegria
Nesta casa,
Onde sempre resisti
E sobrevivi.
Digo apenas:
Obrigado
Meu Deus!
Obrigado
Essas benignas almas!
VI
Eu sempre disse:
O bom filho,
Tarde ou cedo,
Sempre regressa à casa
(Do pai).
VII
Acredito sempre
No milagre
Da Providência,
Na sua misericórdia
Em cada dia.
VIII
Vou aguentando
Tudo
O que (se) está passando
Com o meu filho
E tenho a esperança
E a força
Na sua recuperação.
Tenho fé
E peço sempre a Deus,
A piedade,
A sanidade
E a sua saúde!
Do meu filho!
IX
Peço todos os dias
A Deus,
Que o afaste
Das más
Almas,
Das almas
Perdidas
Noutras sendas;
Que o ilumine
E o dê sorte,
Bem como a todos os meus!
X
Que o ilumine
E o mostre
O caminho
Do sonho,
Da verdade,
Da honra,
Da responsabilidade,
Da solidariedade,
Da justiça,
Da esperança,
Da segurança
E o afaste também, da mentira!
PV CITY(SÁBADO), 13 DE OUTUBRO DE 2012
MATTOS (NDO)
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