I
Quando anoitece,
A mim parece
Que algo acontece,
o que faz com que a minha face
Se entristece.
Assim,
Faço a prece
Para que não chegue ao fim,
E, de novo, tudo comece...
II
Bolama,
Terra que alguém ama,
Mas que a Natureza desarma
Para que não continue e desfrutar a chama
Que desde o nascimento usufruia
Com muita alegria,
Em harmonia
Com a sua família.
III
Tenho muita saudade
Da minha querida Bolama;
Tenho muita saudade
Da salubridade
Daquela bela cidade,
A antiga capital do país
Dos meus pais,
De Farã Matos e de Nhanha
E também minha,
Que se chama
Na actualidade
Guiné - Bissau.
IV
Oh! Que saudade,
Da minha mocidade,
Da minha ingenuidade!
lembro-me vagamente
Do curral,
Do quintal
De Quínara,
De Kantoma,
De Bodjol,
De Bolama,
Sob aquele ardente
E abrasador sol!
Escola Alberto Neto(Queluz- Belas) 08 de Fevereiro de 2010
MATTOS (NDO)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SENHOR CRIADOR
SENHOR CRIADOR,
MEU PROTECTOR,
LEVAI-ME DE NOVO
PARA O MEU TERRENO,
PARA A MINHA TOCA,
À MINHA BARRACA!
I
Sou um homem
De e com a fé;
Acredito
Naquilo que eu sinto;
Tenho uma crença,
Tenho força
Da esperança ;
Rezo todos os dias
E peço a Deus
Que livre os meus filhos
De maus trilhos,
Dos meus caminhos,
De más companhias,
De maus vícios!
II
Hoje,
Bem longe
Do meu querido
Filho
Que completa
Os seus dezassete anos de vida!
Digo apenas:
Obrigado, meu Deus
Por tudo o que me deste!
A tua protecção,
É uma grande benção
Como pai-mãe!
III
O meu filho desobedece-me;
Já não cumpre as minhas ordens!
Está noutroS caminhos!
A todos os dias,
Meu Deus,
Peço-lhe,
Imploro-lhe
Que tire,
Que afaste
O meu filho
Do caminho
Do mal,
Do caminho do vício!
COVILHÃ, 14 DE FEVEREIRO DE 2009 (SÁ)
MATTOS (NDO )
MEU PROTECTOR,
LEVAI-ME DE NOVO
PARA O MEU TERRENO,
PARA A MINHA TOCA,
À MINHA BARRACA!
I
Sou um homem
De e com a fé;
Acredito
Naquilo que eu sinto;
Tenho uma crença,
Tenho força
Da esperança ;
Rezo todos os dias
E peço a Deus
Que livre os meus filhos
De maus trilhos,
Dos meus caminhos,
De más companhias,
De maus vícios!
II
Hoje,
Bem longe
Do meu querido
Filho
Que completa
Os seus dezassete anos de vida!
Digo apenas:
Obrigado, meu Deus
Por tudo o que me deste!
A tua protecção,
É uma grande benção
Como pai-mãe!
III
O meu filho desobedece-me;
Já não cumpre as minhas ordens!
Está noutroS caminhos!
A todos os dias,
Meu Deus,
Peço-lhe,
Imploro-lhe
Que tire,
Que afaste
O meu filho
Do caminho
Do mal,
Do caminho do vício!
COVILHÃ, 14 DE FEVEREIRO DE 2009 (SÁ)
MATTOS (NDO )
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dó campaixão,
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