segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A CHAMA/ APAGOU-SE/;O QUE SE AMA/, ECLIPSOU-SE/

I A era Oitenta, Alguém ostenta Como uma mira; O estudo Para depois vir a ser Um bom marido, Uma boa mulher; Ter Uma boa mulher E ter Filhos Alegres E felizes E nos bons caminhos! II Afinal, Era apenas Um sonho Risonho, Que o filho De Nha Nhanha Tinha Para o trilho! III Sou O filho de Farã Mattos, Sobrinho De Baticã, Que não vê o resultado Do seu sacrifício, Nem tão pouco é amado Por aqueles que muito ama. IV Sou um sonso Porque tudo o que penso, Tem a ver com cada caso, Com cada indivíduo No seu trabalho árduo, Sem prejuízo. V Sou um sonhador Que trabalha Todos os dias , Mas que está sempre teso, Sem um único " peso" No bolso. VI Os dias passam Depois do vinte e três, E até ao fim do mês, Os poucos que que sobejam, Não dão para comprar o passe social E nada de mal..., Porque já é me habitual. PV CITY(14H30M- 4ª-FEIRA),08 DE FEVEREIRO DE 2012. MATTOS ( NDO )

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