segunda-feira, 6 de agosto de 2012

FAÇA CALOR/ OU FRIO/,NEM O BRIO/NEM TÃOPOUCO O AMOR/!

I O conto Sem acento, No acontecimento Como o argumento Directo No assunto Do momento Que alguém aceita Como certo. II As noites Tristes Constantes Que perturbam as mentes Dormentes E deprimentes, Dos sujeitos Em diversas partes Continuam a (enfernar?) Aqueles Que estão Perdidamente Apaixonados! III O calor Tem o valor No amor: Incomoda A vida Regrada Dos casais Onde já não existe O fogo, A paixão, O diálogo, A compreensão. IV O que existe Actualmente, Não é o amor, Mas sim a compaixão, Não a paixão, Mas a pena De alguém que não abandona Alguém que ainda apaixona. V O frio Devia ser o fio Condutor Do amor, Aconchego, Sossego Num casal Com algum sal. VI Mas no caso Concreto Deste Conto, Não existe Mais laço Que fecunde E o torne Mais coeso E se transforme Numa eternidade. VII O que existia, Já não tem simpatia Da senhora Que outrora Me amara Lá na terra! PV CITY, O3 DE FEVEREIRO DE 2012. MATTSO ( NDO )

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